C.E.R.S. - Esta Equipe faz a DIFERENÇA

Ser Professor é...professar a fé e
a certeza de que tudo terá valido a pena se
o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e
pelo que ele lhe ensinou...

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Jornada Pedagogica na UEE

COLÉGIO ESTADUAL REGINA SIMÕES
INEP : 29201853 - DIREC 1/B – CÓDIGO: 03395
Av.Washington Luis, 1079 – Estrada de Candeias - Simões Filho – Bahia.
Fone/Fax: (71) 3396 - 7309 – Email: colegioreginasimoes@gmail.com


PAUTA DA SEMANA PEDAGÓGICA 2010 - Dias 08,09 e 10/02/2010

1.BOAS VINDAS
2.MENSAGEM
3.APRESENTAÇÃO DE VIDEO
4.MATRÍCULA 2010
5.CARGA HORÁRIA DO PROFESSOR
6.DISTRIBUIÇÃO DE TURMAS
7.AUSÊNCIA DO PROFESSOR EM SALA ( COMUNICAR À ESCOLA )
8.AVALIAÇÕES
ENTREGA DE ATIVIDADES E AVALIAÇÕES COM ANTECEDENCIA;
DEVEM SER FEITAS PARA DESENVOLVER A CRITICIDADE DO ALUNO ( E NÃO NO ESTILO DECOREBA);
A ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES ENTREGUES AO ALUNO É FUNDAMENTAL;
O COMPUTADOR ESTÁ DISPONÍVEL PARATODOS OS PROFESSORES COM O OBJETIVO DE PREPARAR O MATERIAL A SER USADO NA SALA, NÃO DEVE, PORTANTO, SER MONOPOLIZADO;
9.REUNIÃO DE PAIS E MESTRES (06/03/2010 - SÁBADO LETIVO)
10.ELABORAR PLANO DE UNIDADE (COMPETENCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS) SERÁ ANEXADO AO PPP.
11.ESCOLHER TEMA NORTEADOR PARA AS UNIDADES, PREPARAR PROJETO DA UNIDADE I
12.PROGRAMAR PRIMEIRO DIA DE AULA
13.ENTREGAR ATIVIDADES A SEREM TRABALHADAS NA 1ª SEMANA NA TERÇA- FEIRA (09/02/10);
14.MOMENTO RESERVADO PARA AVALIAÇÃO DO ANO LETIVO ANTERIOR ( ASPECTOS PEDAGÓGICO E ADMINISTRATIVO);

Mensagens e videos:

montagem de fotos


COMEÇAR DE NOVO, UM APRENDIZADO
Já havia sido difícil agüentar as gozações e piadinhas maldosas dos colegas de classe e agora ter que revelar para a mãe que ficou reprovada, que outra vez cursaria o 6º ano...

Dani se dirigia até a casa como se estivesse numa longa caminhada. Uma peregrinação. Sem pressa de chegar, sem querer chegar. Previa o que aconteceria: a mãe iria insultá-la, humilhá-la, ofendê-la; até mesmo bater, como sempre fazia nas vezes que tirava nota abaixo da média. Mas agora era diferente, não adiantaria tirar a televisão, a internet, o mp4, as festinhas dos amigos, cinema, teatro, nada... e agora, meu Deus? Era só nisso que Dani se ligava. E agora?

E seguia assim, só. Sentia-se a pessoa mais solitária do mundo. Estava naquele silêncio que faz doer a alma. Era muito difícil para uma menina de 11 anos carregar, tão solitariamente, aquele peso todo do fracasso. E assim, seguia o seu caminho.


Olhou para a casa lembrando como era bom voltar depois de um dia cheio de tantas matérias; de poder ouvir sua música preferida da Beyoncé, de como ficava dançando, imitando suas coreografias. Neste instante, sentiu até que um sorrisinho insistia em querer brotar no cantinho direito do seu lábio, mas logo Fox latiu trazendo-a para a realidade.

E entrou.

Aproximou-se da mãe, com uma sinceridade no olhar e profunda tristeza em seu rosto. Dona Dirce percebeu o que havia acontecido. Sem pronunciar palavra alguma, abraçou sua filha com tanta ternura e disse-lhe:

-Perdeu o ano, né? Está reprovada... Eu sei.

- Desculpa, mãe, mas é que... – aos prantos, murmurou Dani.

- Não! Não diga nada, minha querida, apenas ouça... Fui muito exigente durante todo este ano, joguei minhas frustrações em cima de você, descontei meu fracasso na pessoa que mais me importa. Eu é que peço que me perdoe, pois o divórcio, as metas no meu trabalho, a doença do seu avô...

Dani estava perplexa, admirada com aquela mãe que não reconhecia. Amorosa, compreensiva, frágil.

- Mãe... – disse Dani – obrigada por me perdoar e compreender o meu fracasso.

- Não diga isso Dani...- interrompeu dona Dirce - faremos o seguinte, vamos nos dar uma nova chance. Eu, de ser a mãe que você merece e precisa. E você, melhorar nos estudos. Vamos aprender com os erros e os fracassos e começar de novo, mais fortes, limpando nossas vidas das falhas e do passado. Tirar a sujeira da casa, jogar as mágoas no lixo, fazer uma limpeza na alma.



Mensagem de ânimo

Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio. Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido. Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente: As perdas do ser humano.

Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos. Começamos a vida em perda e nela continuamos.

Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói. E continuamos a perder e seguimos a ganhar.

Perdemos primeiro a inocência da infância. A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas porque alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair... E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar. Por quê? Perguntamos a todos e de tudo. Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás.

Estamos crescendo. Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer.

Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros. Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade. Perdemos o direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres. Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda tememos dizer-lhe isso.

Receamos dar risadas escandalosamente da bermuda ridícula do vizinho ou puxar as pelanquinhas do braço da vó com a maior naturalidade do mundo e ainda falar bem alto sobre o assunto. Estamos crescidos e nos ensinam que não devemos ser tão sinceros. E aprendemos. E vamos adolescendo, ganhamos peso, ganhamos, seios, ganhamos pelos, ganhamos altura, ganhamos o mundo.

Neste ponto, vivemos em grande conflito. O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos ah! os sonhos!!! Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo.

Aí, de repente, caímos na real! Estamos amadurecendo, todos nos admiram. Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade. Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo. Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima (?) dos outros animais? A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?

E continuamos amadurecendo, ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma. E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer.

Mas perdemos peso!!! Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos-lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos, ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade. E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos.

De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso. e perdemos cabelos. Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir. perdemos a esperança. Estamos envelhecendo.

Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. Afinal, haverá mesmo um renascer, pelo que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno, que necessita do outono que o antecede.

Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie. Que tenhamos rugas e boas lembranças. Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia. Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos. E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos, sintam-se amados mais do que saibam-se amados.

Afinal, o que é o tempo? Não é nada em relação a nossa grande missão. E que missão! Fique em Paz!


O Homem e o Mundo

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias em seu laboratório, em busca de suas dúvidas. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar.

O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho, com o objetivo de distrair sua atenção. De repente, deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava. Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços, e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

- Você gosta de quebra cabeças ?

Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.

Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Passada algumas horas, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:

- Pai, pai,... já fiz tudo!... Consegui terminar tudinho!

A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.

- Você não sabia como era o mundo, meu filho. Como conseguiu?

- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas, quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem, que eu sabia como era.

Quando consegui consertar o homem, virei a folha, e vi que havia consertado o mundo.

Para REFLETIR:
Leia este Texto de Joao Ubaldo Ribeiro e tire suas conclusoes!
"Precisa-se de Matéria Prima para construir um País"

A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e Fernando Henrique.
Agora dizemos que Lula não serve.

E o que vier depois de Lula também não servirá para nada...

Por isso estou começando a suspeitar que o problema não está no ladrão corrupto que foi Collor, ou na farsa que é o Lula. O problema está em nós. Nós como POVO. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a "ESPERTEZA“ é a moeda que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal,
E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as "EMPRESAS PRIVADAS" são papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos... E para eles mesmos.

Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo porque conseguiu "puxar" a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos
impostos.

Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os diretores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.

Onde pessoas fazem "gatos" para roubar luz e água, e nos queixamos de como esses serviços
estão caros. Onde não existe a cultura pela leitura (exemplo maior nosso atual Presidente, que recentemente falou que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória
política, histórica nem econômica.

Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar projetos e leis que só servem para afundar o que não tem, encher o saco do que tem pouco e beneficiar só a alguns.
Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados médicos podem ser "comprados", sem fazer nenhum exame.

Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar o lugar.

Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o pedestre. Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos esbaldamos em criticar nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos do Fernando Henrique e do Lula, melhor me sinto como pessoa... apesar de que ainda ontem "molhei" a mão de um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Dirceu é culpado, melhor sou eu como brasileiro... apesar de ainda hoje de manhã ter passado para trás um cliente através de uma fraude, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta!

Como "Matéria Prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta muito para sermos os homens e mulheres de que nosso País precisa.

Esses defeitos, essa "ESPERTEZA BRASILEIRA" congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade
humana, mais do que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós,
ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não em outra parte...

Entristeço-me. Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo presidente que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo,
somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor. Mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem serve Lula, nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... Igualmente sacaneados!

É muito gostoso ser brasileiro. Mas quando essa brasilinidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a coisa muda... Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um Messias.

Nós temos que mudar! Um novo governante com os mesmos brasileiros não poderá fazer nada..
Está muito claro... Somos nós os que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda nos acontecendo: desculpamos a mediocridade mediante programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO. E você, o que pensa?...

REFLEXAO...
A Involução da Educação.

Antigamente se ensinava e cobrava: tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Haviam aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e Comerciais, e se cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciarem as aulas..

Leiam relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa R$. 0,80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava dar-lhe a mesma explicação que lhe dei e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução/involoção do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produç� �o é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo? ( )SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. OBS:(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social, não precisa responder.)
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
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E se um moleque resolve pichar a sala de aula e a professora faz com que ele pinte a sala n ovamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.

A pergunta seguinte vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

“Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"


Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive..."

montagem de fotos
Esta é uma lista de dias do ano. Caso você clique em um mês ou em algum dia deste mês,
será aberta uma página com os respectivos eventos importantes da data ao longo dos anos.
Dias do Ano
Janeiro: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Fevereiro: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 (30)
Março: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Abril: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
Maio: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Junho: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
Julho: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Agosto: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Setembro: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
Outubro: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Novembro: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
Dezembro: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
"A juventude está perdendo a capacidade de sonhar. Os jovens têm muitos desejos e poucos sonhos. Desejos não resistem às dificuldades da vida, sonhos são projetos de vida, sobrevivem ao caos." Você vencerá... Dê asas aos seus SONHOS!

Professor

“O professor disserta sobre ponto difícil do programa. Um aluno dorme, Cansado das canseiras desta vida. O professor vai sacudi-lo? Vai repreendê-lo? Não. O professor baixa a voz, Com medo de acordá-lo.” Carlos Drummont de Andrade

"A verdeira alfabetização computacional não é apenas saber como usar o computador e as idéias computacionais. É saber quando é apropriado fazê-lo."